Posso, tudo posso Naquele que me fortalece
Nada e ninguém no mundo vai me fazer desistir
Quero, tudo quero, sem medo entregar meus projetos
Deixar-me guiar nos caminhos que Deus desejou pra mim e ali estar
Vou perseguir tudo aquilo que Deus já escolheu pra mim
Vou persistir, e mesmo nas marcas daquela dor
Do que ficou, vou me lembrar
E realizar o sonho mais lindo que Deus sonhou
Em meu lugar estar na espera de um novo que vai chegar
Vou persistir, continuar a esperar e crer
E mesmo quando a visão se turva e o coração só chora
Mas na alma, há certeza da vitória
Posso, tudo posso Naquele que me fortalece
Nada e ninguém no mundo vai me fazer desistir
Vou perseguir tudo aquilo que Deus já escolheu pra mim
Vou persistir, e mesmo nas marcas daquela dor
Do que ficou, vou me lembrar
E realizar o sonho mais lindo que Deus sonhou
Em meu lugar estar na espera de um novo que vai chegar
Vou insistir, continuar a esperar e crer ...
Eu vou sofrendo, mas seguindo enquanto tantos não entendem
Vou cantando minha história, profetizando
Que eu posso, tudo posso... em Jesus!
Kardy Lima
sábado, 22 de dezembro de 2012
A história da Águia.
A águia é a ave que possui maior
longevidade da espécie. Chega a viver setenta anos.
Mas para chegar a essa idade, aos
quarenta anos ela tem que tomar uma séria e difícil decisão. Aos quarenta ela
está com as unhas compridas e flexíveis, não consegue mais agarrar suas presas
das quais se alimenta. O bico alongado e pontiagudo se curva. Apontando contra
o peito estão as asas, envelhecidas e pesadas em função da grossura das penas,
e voar já é tão difícil!
Então a águia só tem duas
alternativas: Morrer, ou enfrentar um dolorido processo de renovação que irá
durar cento e cinquenta dias.
Esse processo consiste em voar
para o alto de uma montanha e se recolher em um ninho próximo a um paredão onde
ela não necessite voar. Então, após encontrar esse lugar, a águia começa a
bater com o bico em uma parede até conseguir arrancá-lo.
Após arrancá-lo, espera nascer um
novo bico, com o qual vai depois arrancar suas unhas. Quando as novas unhas
começam a nascer, ela passa a arrancar as velhas penas. E só cinco meses depois
sai o formoso vôo de renovação e para viver então mais trinta anos.
Em nossa vida, muitas vezes,
temos de nos resguardar por algum tempo e começar um processo de renovação.
Para que continuemos a voar um vôo de vitória, devemos nos desprender de
lembranças, costumes, velhos hábitos que nos causam dor.
Somente livres do peso do
passado, poderemos aproveitar o resultado valioso que a renovação sempre nos
traz.
"Se alguém está com Cristo é uma nova
criatura; as coisas
velhas já passaram, eis que tudo se fez novo."
quarta-feira, 19 de dezembro de 2012
Zé e seu Guincho
Lá estava eu com a minha família, de férias, num acampamento
isolado, com carro enguiçado. Tentei dar a partida no carro. Nada. Caminhei
para fora do acampamento, e felizmente meus palavrões foram abafados pelo
barulho do riacho que passava por ali. Minha mulher e eu concluímos que
estávamos à mercê de uma bateria descarregada.
Sem alternativa, decidi voltar a pé até uma vila
mais próxima, a alguns quilômetros de onde estávamos. Duas horas
depois, com um tornozelo torcido, cheguei finalmente a um posto de gasolina. Ao
me aproximar do posto lembrei que era Domingo.
O lugar estava fechado, mas havia um telefone público e uma lista
telefônica caindo aos pedaços. Telefonei para a única companhia de auto
socorro, localizada na cidade vizinha, a cerca de 30 km.
Zé atendeu
Zé atendeu o telefone e me ouviu, nos mínimos detalhes.
- Não tem problema - ele disse quando dei minha localização -
normalmente não trabalho aos domingos, mas estarei aí em mais ou menos meia
hora.
Fiquei aliviado de obter socorro, mas preocupado com as implicações
financeiras que essa oferta de ajuda, significaria. Ele chegou em seu reluzente
caminhão-guincho, e nos dirigimos para a
nos dirigimos para a área de acampamento.
Quando saí do caminhão, observei com espanto, o Zé descer com
aparelhos na perna, amparado por muletas. Ele era paralítico!
Enquanto ele se movimentava, comecei novamente minha ginástica
mental para calcular o preço da sua boa vontade.
- É só uma bateria descarregada, uma pequena carga elétrica e vocês
poderão ir embora, disse.
Ele reativou a bateria e enquanto ela recarregava, distraiu meu
filho pequeno com truques de mágica. Até tirou uma moeda da orelha e deu a meu
filho.
Enquanto ele guardava os cabos de volta no caminhão, perguntei
quanto lhe devia.
- Ó! Nada! - respondeu, para minha surpresa.
- Tenho que lhe pagar, afinal, esse é o seu trabalho.
- Não - ele reiterou - Há muitos anos atrás, alguém me ajudou a sair
de uma situação pior do que esta, quando perdi as minhas pernas. O sujeito me
disse apenas para "passar isso
adiante". Portanto, você não me deve nada.
Devemos estar sempre prontos a retribuir
POR: Benício França
segunda-feira, 17 de dezembro de 2012
Ainda lembro...
Ainda lembro das palavras doces que você dizia
Ao pé do meu ouvido...
Lembro do sorriso que você abria quando me via,
Das explicações que você dava
Quando não conseguia telefonar...
Ainda lembro das risadas que dávamos juntos,
Das juras que fazíamos...
Ainda lembro do jeito que você me olhava,
Dos sonhos que eu tinha com você,
Do amor que eu tinha pra lhe oferecer...
Ainda sinto seu perfume,
Ainda sinto o calor de sua pele,
Ainda sinto sua presença...
Ainda lembro da nossa canção.
Ainda lembro das vezes que você me olhava
e dizia o medo que sentia de me perder...
Ainda lembro de quanta dedicação que eu
Tinha em lhe ver sorrir.
Ainda lembro das cartas apaixonadas,
Que me faziam ficar até tarde acordada...
Lembro das noites em claro que passei,
Pensando em você.
Hoje não te amo como antes,
E nem você me amava como dizia,
Ainda Lembro...
Ao pé do meu ouvido...
Lembro do sorriso que você abria quando me via,
Das explicações que você dava
Quando não conseguia telefonar...
Ainda lembro das risadas que dávamos juntos,
Das juras que fazíamos...
Ainda lembro do jeito que você me olhava,
Dos sonhos que eu tinha com você,
Do amor que eu tinha pra lhe oferecer...
Ainda sinto seu perfume,
Ainda sinto o calor de sua pele,
Ainda sinto sua presença...
Ainda lembro da nossa canção.
Ainda lembro das vezes que você me olhava
e dizia o medo que sentia de me perder...
Ainda lembro de quanta dedicação que eu
Tinha em lhe ver sorrir.
Ainda lembro das cartas apaixonadas,
Que me faziam ficar até tarde acordada...
Lembro das noites em claro que passei,
Pensando em você.
Hoje não te amo como antes,
E nem você me amava como dizia,
Ainda Lembro...
sexta-feira, 14 de dezembro de 2012
Amor e liberdade são duas vigas de sustentação para qualquer relação que pretenda ser respeitosa.
[...]
Só o amor faz ser livre, porque ele quebra os
cativeiros que nos aprisionam. Ele tem o dom de devolver a liberdade, e por
isso não há experiência de amor fora da liberdade. Ninguém pode ser amado e ao
mesmo tempo ser mantido cruelmente na prisão. Não podemos acreditar no amor de
quem nos aprisiona e nos mantém em cativeiro.
O amor verdadeiro é o
amor que faz ser livre, que faz ir além, porque não ama para reter, mas para
promover. Amor e liberdade são duas vigas de sustentação para qualquer relação
que pretenda ser respeitosa.
Se Deus nos fez livres,
o amor de quem nos encontra pela vida não pode ser contraditório ao amor que
nos originou. O outro que acabou de chegar não tem direito de se tornar obstáculo
para “Aquele” que nos sustenta em nossa condição primeira.
Se quiser nos amar, se
quiser fazer parte de nossa vida, terá que ter diante dos olhos o que somos, o
que ainda podemos ser, e não o que ele gostaria que fôssemos. O amor só
acontece quando deixamos de imaginar. Só a realidade autentica o amor, demostra
sua verdade.
Estamos em processo de
feitura, e Deus nos devolve a nós mesmos o tempo todo. Ele nos devolve pelas
mãos históricas de quem nos encontra, de quem nos ama. É o amor humano de Deus,
manifestado em minha vida pela força de pessoas concretas, cheias de voz e de
gestos.
Essas são as pessoas
que nos ajudam a conquistar o que não sabíamos possuir. Elas nos mostram o avesso
de nossa realidade, porque o amor é uma espécie de lente que amplia nossa
autopercepção. O olhar de quem nos ama é um olhar que nos devolve, abre portas.
Por outro lado, se não
somos amados, corremos o risco de sermos roubados de nós. Corremos o risco de
nos tornar vítimas nas mãos dos outros e de sermos fechados nas estruturas
minúsculas de um cativeiro.
Se já afirmamos que,
pelas mãos humanas, Deus toca em nossa vida, amando-nos no amor humano que nos
promove, por outro lado, também podemos dizer que as estruturas diabólicas nos
alcançam cada vez que o amor doentio dos outros modifica nossas escolhas e
afeta nossa liberdade fundamental.
Uma coisa certa: quanto
maior é o bem que nos provocam, maior é o desejo que temos de ficar por perto.
O desejo sobrevive assim. O outro nos apresenta um jeito novo de interpretar o
que somos, e por essa nova visão nos apaixonamos. O que nos encanta no outro é
o que ele nos conseguiu fazer enxergar em nós mesmos. Egoísmos? Não. Apenas o primeiro
pilar do conceito de pessoa alcançando uma profundidade ainda maior dentro de
nós.
Padre
Fábio de Melo
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